Fiocruz: casos de infecção respiratória grave estão em alta em estados do Brasil; saiba quais. Julio Pereira Neurocirurgião São Paulo

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alerta, em seu Boletim InfoGripe de fevereiro de 2026, para o aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em alguns estados brasileiros, com sinal de crescimento nacional impulsionado por rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR). Até a Semana Epidemiológica 7 (15-21/02), foram notificados 8.218 casos no ano, sendo 31,2% positivos para vírus respiratórios. Goiás, Sergipe e Rondônia estão em nível de alerta ou risco com tendência de alta sustentada nas últimas seis semanas.

Nos três estados em destaque, o VSR é o principal vilão, causando bronquiolite grave em crianças pequenas, enquanto rinovírus contribui em Goiás e Sergipe – ambos vírus comuns de resfriado que podem evoluir para internações. Em Rondônia, há ainda crescimento de influenza A entre jovens e adultos. Acre, Amazonas e Roraima mantêm níveis elevados de SRAG (risco), puxados por VSR e influenza A, embora sem aceleração recente em alguns.

A incidência é maior em crianças e adolescentes, mas a mortalidade concentra-se em idosos. Nas últimas quatro semanas, rinovírus (36,5%), Sars-CoV-2 (20,4%) e influenza A (18,9%) dominam os casos positivos. A Fiocruz recomenda vacinação contra influenza e Covid em dia, higiene respiratória e busca rápida por atendimento em febres persistentes ou falta de ar.

Julio Pereira, neurocirurgião em São Paulo, enfatiza riscos neurológicos: “SRAG grave pode complicar com encefalite ou meningite secundária – pais e idosos, fiquem atentos aos sintomas em estados como Goiás, Sergipe e Rondônia”. Para mais informações, acesse o InfoGripe da Fiocruz ou consulte infectologistas locais.